Como encarar o primeiro emprego?

28 10 2007

Amanhã inicio uma nova etapa na minha vida. Inicío de certa forma a minha carreira profissional. A ansiedade é alguma, as incertezas também…o medo de falhar…a pressão de ter que ser competente…mas ao mesmo tempo, uma vontade enorme de trabalhar, de não ser apenas mais um, de aprender muito…de lidar com novas pessoas…conhecer um novo mundo…

Espero ter muito sucesso, ter sempre humildade e vontade de aprender para um dia ser alguém capaz e competente no exigente e competitivo mundo do trabalho. Para aqueles que ainda não estão nesta fase ou para aqueles que vão também, tal como eu , iniciarem-se no mundo do trabalho agora,deixo aqui umas pequenas dicas e questões importantes…

Em primeiro lugar deve consciencializar-se que:
A estrutura hierárquica de uma empresa é diferente do tipo de relacionamentos que estabelecemos enquanto estudantes, por esse motivo…

Esteja atento
Procure conhecer a estrutura hierárquica e a organização da empresa

Ouça e faça-se ouvir
A capacidade de comunicação é cada vez mais importante.

Saiba gerir o seu tempo
Para isso uma boa agenda é indispensável.

Integre-se
Se tiver boas relações de trabalho melhor para si, relacionar-se no emprego não é algo que se escolha, além disso deve criar um clima de simpatia e levar os outros a confiarem em si e no seu trabalho.

Seja paciente
Na maioria dos primeiros empregos, senão em todos, terá de executar as tarefas que os outros não querem e que são sempre as mais aborrecidas, de qualquer forma, esta situação não se mantém durante muito tempo.

Cuide da apresentação
Lembre-se que deve respeitar o tipo de imagem pelo qual a empresa optou, mas acima de tudo tenha o bom senso de não se vestir de uma forma com a qual não se sinta bem.

Dúvidas
Se as tiver exponha-as aos recursos humanos, eles fazem de intermediário entre si e a empresa. Se por qualquer motivo não as quiser colocar, seja observador! É uma óptima forma de aprender e de nos apercebermos de coisas que achávamos difíceis e que afinal são simples.

Conheça o seu superior
Se criar com ele uma empatia e procurar saber através dele quais as maiores dificuldades da equipa, vai ser muito mais fácil para si superá-las. E já agora tente inteirar-se das expectativas que o seu chefe tem em relação a si, assim será mais fácil não o desiludir.

Foi enganado?
Se sentir que entrou num emprego em que estava à espera de lebre e lhe saiu gato porque foi enganado com promessas de regalias que não vai receber, tem uma decisão a tomar: ficar ou não?
Em primeiro lugar esteja atento ao que não é claro para si, e se notar que de facto foi completamente aldrabado, então não hesite em rescindir o contrato. Se isso já não for possível, esforce-se para encontrar outra colocação dentro da empresa.

Seja criativo
Mostre que sabe ser original e que tem um estilo próprio. Além disso não caia no erro de criticar os outros.

Mantenha-se afastado de conflitos
Lembre-se que este é o seu primeiro emprego e que lá está há pouco tempo. No entanto, esteja atento ao desenrolar dos problemas, afinal, quem sabe se não é você quem vai um dia mais tarde tentar solucionar ou mesmo pôr termo àquela situação

  • O que o prejudica:

            Lembre-se que são várias as atitudes que o podem prejudicar. Evite…

Aceitar um lugar para o qual não está devidamente habilitado;

Mostrar descontentamento em relação ao lugar que ocupa;

Ser desorganizado;

Pôr-se de parte em relação aos seus colegas;

Procurar resolver o que não lhe compete;

Estar constantemente a pedir que o chefe lhe explique tudo, seja auto-confiante;

Criticar os outros;

Ser presunçoso;

Fazer comparações poucos lisonjeiras ao local onde trabalha;

Apresentar projectos que depois não concretiza.

  • O que o beneficia:

            Outras atitudes podem fazer com que fique beneficiado. Assim, procure…

Determinar quais os seus objectivos;

Ser competente;

Ser confiante;

Saber delegar tarefas se for necessário;

Desenvolver boas relações laborais;

Ser inovador e persistente;

Saber trabalhar em equipa;

Saber tomar decisões e assumir os erros e as vitórias;

Ser humilde porque estamos sempre a aprender;

Ser pontual.

 

Fonte:EXPRESSO




Procura de emprego:Os testes psicotécnicos

18 10 2007

Os testes psicotécnicos fazem parte integrante dos processos de selecção.
Se calhar, durante a tua vida profissional, já foste, ou ainda terás a oportunidade de ser, submetido a este tipo de provas. Embora cada empresa tenha os seus métodos e formas de avaliação, praticamente todas utilizam testes psicotécnicos.O sucesso desta forma de selecção tem sido notório, em especial em países como os EUA onde nem mesmo os receios de processos legais por discriminação diminuíram o número de empresas que a eles recorre e que já apresenta valores perto dos 50%. Em Portugal esta situação também se regista. A maior parte dos processos de selecção é elaborado por empresas de consultoria ou recursos humanos que utilizam frequentemente os testes psicotécnicos.

Os testes são uma forma de seleccionar candidatos utilizada, geralmente, antes da entrevista. Podem ser considerados como um conjunto de exercícios, propostos ao candidato, para medir e avaliar aspectos importantes para o desempenho da função, como sejam o desenvolvimento mental, as aptidões, habilidades, conhecimentos, etc.

  • Como se preparar para enfrentar estas provas ?

    - Deve manter-se calmo antes e durante a sua execução;

    - Deve seguir na totalidade as instruções que são dadas previamente;

    - Se durante a explicação do teste houver algum ponto que não tenha ficado claro, não hesite e peça para ser explicado novamente;

    - Não se esqueça que a maioria dos testes têm um tempo limite inferior àquele que na realidade é necessário para a sua execução. Assim, se vê que não vai conseguir acabar o teste não se preocupe pois é normal;

      - Um teste não procura ver se respondeu a todas as perguntas mas sim se o consegue fazer acertadamente;

      - Embora o tempo seja limitado, convém reflectir nas respostas dadas de forma a cometer o mínimo de erros possível.

  • Tipos de teste que existem?  

Os testes apresentam várias formas, sendo sem dúvida a mais vulgar a forma escrita em papel. A maioria das questões são de resposta múltipla para facilitar a leitura, que muitas vezes é feita por computador, embora os inventários de personalidade possuam questões abertas onde o candidato terá mais liberdade de expressão.

Outros testes utilizam o computador como suporte de avaliação, o que apresenta nítidas vantagens de correcção, uma vez que os resultados são praticamente imediatos, mas esse método implica custos significativamente maiores.

Após esta considerações, podemos identificar 5 tipos de testes que são correntemente utilizados em processos de selecção:

  • Testes de Aptidão (Verbal, Numérica e Lógica);
  • Testes de Interesses e Valores;
  • Testes de Personalidade;
  • Testes de Grupo;
  • Testes de Conhecimentos Específicos
  • Conselhos úteis:
  • concentração - é imprescindível compenetrar-se na tarefa que tem entre mãos e que é neste caso, fazer passar a mensagem do que é capaz, do que sabe e do que é; para isso é necessário compreender o que está a fazer e focar-se nesse objectivo;
  • relativizar a situação - afinal é somente um teste, e falível, e não a derradeira prova da sua vida; pode ser importante, mas é necessário não se deixar levar pela pressão;
  • compreender - mais importante do que ter os conhecimentos é saber quando e onde aplicá-los e por isso, quando elaborar os seus testes, procure compreender o que se pretende de si e não responder apenas o que sabe sem perceber para quê;
  • praticar - o segredo da resolução de problemas e questões lógicas não está apenas na inteligência, mas também na prática, pois só isso lhe permitirá identificar rapidamente o que deve fazer para encontrar a resposta;
  • conhecer - informar-se sobre aquilo que poderá esperar é muito importante para reduzir o receio que possa sentir e para estar pronto para fazer o melhor possível;
  • enfrentar - muitas pessoas consideram a matemática um bicho de sete cabeças e assim, a prova numérica parece insuperável mas, se a analisarem correctamente e se efectuarem uma preparação cuidadosa, descobrirão que é afinal bastante mais simples do que parecia.

ARTIGOS RELACIONADOS:

-  http://canais.sapo.pt/educacao/MDD/

- http://clix.expressoemprego.pt/scripts/indexpage.asp?headingID=4333

- http://www.uv.es/~buso/iq/index_es.html (Um exemplo de um possível teste psicotécnicos)

 




Dicas para elaborar a carta de apresentação

20 07 2007

Para muitos colegas meus, que já finalizaram o curso esta será uma época de descanso, de férias, mas também uma época em que se pensa no futuro e se começa a tratar dele.Depois de concluído o curso é tempo de entrar no mundo do trabalho. Assim, é hora de fazermos o currículo e elaborar a carta de apresentação. Nesse sentido, deixo-vos aqui pequenas dicas que podem ser muito úteis e importantes na hora de elaborar uma boa carta de apresentação:

  • Envie a sua carta a uma pessoa em particular e não a uma empresa - Coloque o nome e o cargo da pessoa sempre que o souber. O objectivo é conseguir fazer chegar a carta a quem o poderá contratar e, caso assim seja, com quem irá trabalhar.
  • Escreva com as suas próprias palavras - Certifique-se de que a sua carta “soa” a escrita por si e não como algo extraído de um livro. A sua carta de apresentação e o seu currículo deve ser um reflexo apurado da sua personalidade. Os empregadores procuram conhecimento, entusiasmo e determinação.
  • Demonstre o seu conhecimento sobre a empresa e a sua área de actividade - Recorra a pesquisas. Não exagere, mas deixe claro que não escolheu aquela empresa ao acaso da lista telefónica. Escolheu aquela empresa e não outra porque a conhece e sabe o que faz.
  • Escreva a sua carta num tom formal que o promova enquanto profissional - A sua carta deve ser o mais aproximado possível de uma proposta de trabalho e não um pedido para a marcação de uma entrevista. O que está a oferecer é que é importante, bem como os objectivos que pode ajudar a empresa a alcançar
  • Minimize os “Eu’s” e valorize os “Tu’s” - A ideia é transformar os “eu tenho” em “vocês querem” da empresa. O que é que tem para oferecer à empresa que eles necessitem e que crie a necessidade de marcar uma entrevista consigo.

Para mais informações,consulta: www.cup.pt




10 dicas para trabalhar bem em grupo

28 05 2007

 Cada vez mais o trabalho de grupo é valorizado. Porque aviva a criatividade e quase sempre produz melhores resultados do que o trabalho individual, já que “1+1=3″. Por tudo isto aqui ficam dez dicas orientadoras para trabalhar bem em grupo.

Seja paciente - nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal “cada cabeça sua sentença”. Por isso é importante que seja paciente. Procure expor os seus pontos de vista com moderação e procure ouvir o que os outros têm a dizer. Respeite sempre os outros, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

Aceite as ideias dos outros - por vezes é difícil aceitar ideias novas ou admitir que não temos razão; mas é importante saber reconhecer que a ideia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho, é o objectivo comum que o grupo pretende alcançar.

Não critique os colegas - por vezes podem surgir conflitos entre os colegas de grupo; é muito importante não deixar que isso interfira no trabalho. Avalie as ideias do colega, independentemente daquilo que achar dele. Critique as ideias, nunca a pessoa.

Saiba dividir - ao trabalhar em grupo, é importante dividir tarefas. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Partilhar responsabilidades e informação é fundamental.

Trabalhe - não é por trabalhar em grupo que deve descurar as suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente.

Seja participativo e solidário - procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda.

Dialogue - ao sentir-se desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos.

Planeie - quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planeamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho de grupo seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

Evite cair no “pensamento de grupo” - quando todas as barreiras já foram ultrapassadas, e um grupo é muito coeso e homogéneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo oiça opiniões externas e que aceite a ideia de que pode errar.

Aproveite - afinal o trabalho de grupo, acaba por ser uma oportunidade de conviver mais de perto com os seus colegas, e também de aprender com eles.

Fonte: Superemprego