Utilidade:Como fazer uma reclamação?

20 01 2008

O livro de reclamações constitui uma forma de exercício de cidadania por parte do cidadão, consumidor de bens ou serviços de natureza pública (estatal ou privada). As entidades, obrigadas a possuir o livro de reclamações, não podem recusar a sua entrega a quem o solicitar.
O fornecedor de bens ou prestador de serviços é obrigado a:

a) Possuir o livro de reclamações nos estabelecimentos a que respeita a actividade;
b) Facultar imediata e gratuitamente ao utente o livro de reclamações sempre que por este tal lhe seja solicitado;
c) Afixar no seu estabelecimento, em local bem visível e com caracteres facilmente legíveis pelo utente, um letreiro com a seguinte informação:
«Este estabelecimento dispõe de livro de reclamações».


O que é?O livro de reclamações é um dos meios mais práticos e comuns para o consumidor apresentar queixa. Quando algo não corre bem na prestação de um serviço ou na compra de um produto, o consumidor pode solicitar este livro e reclamar logo nesse local, sem nenhum encargo. Mesmo que a entidade a quem a queixa é enviada já não possa solucionar o problema, esta forma de reclamar pode ajudar a evitar que outros cidadãos sejam prejudicados pelas mesmas razões. Como se processa? A reclamação é registada no livro em triplicado. O responsável do estabelecimento entrega ao cliente o duplicado da queixa e tem cinco dias úteis para enviar a sua cópia à entidade competente para a apreciar. O consumidor pode proceder também ao envio da queixa para aquela entidade, para se assegurar de que esta chega ao destino. Uma terceira cópia da reclamação permanece no livro, não podendo dele ser retirada.Depois de analisar o que foi escrito, o organismo competente decide se deve ou não penalizar o estabelecimento ou instituição. Se os dados não forem suficientes para avançar com o processo de contra-ordenação, o estabelecimento tem um prazo de 10 dias para apresentar alegações em sua defesa.

Como preencher a reclamação? Para que tudo corra bem, convém preencher com cuidado. Há algumas regras que não pode esquecer quando tiver o livro nas suas mãos. Use sempre uma esferográfica (para que a queixa não possa ser apagada) e escreva de forma legível. Se achar necessário, faça um rascunho numa folha à parte, para que a reclamação final seja o mais concisa e objectiva possível. Depois de indicar qual o estabelecimento ou serviço em causa (nome e morada), identifique-se correctamente (com o seu nome, morada e número de bilhete de identidade ou de passaporte) e refira os motivos que conduziram à reclamação, bem como a data e a hora em que fez a queixa. Guarde toda a documentação que comprove o objecto da reclamação (tais como facturas, contratos, brochuras, fotografias, etc.), bem como a cópia da queixa a que tem direito. Procure também obter o testemunho de quem possa comprovar aquilo que alega. E se algo correr menos bem…Sempre que o livro de reclamações lhe seja solicitado, o proprietário do estabelecimento não pode exigir a apresentação de qualquer documento de identificação como condição para o apresentar. Se o acesso ao livro lhe for negado, chame a polícia, para tentar resolver a situação. Depois, numa segunda fase, até pode dirigir duas reclamações escritas à entidade que tutela a actividade ou serviço:a primeira, pelo facto que originou o pedido do livro de reclamações; e a segunda, pela recusa em facultarem-lho.

Se a instituição ou entidade prestadora de bem ou serviço não cumprir as regras relativas ao livro de reclamações, pode incorrer na prática de contra-ordenações. No caso das empresas, a coima pode, em algumas situações, ir até 30 mil euros.

Fonte: http://www.ead.pt/blog/?p=276#more-276  





Opção de carreira

20 01 2008

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Liga dos últimos:Mais uma pérola

20 01 2008

Depois de o célebre “artista” que usava a palavra “coijo” vezes sem conta, o Liga dos últimos conheceu mais uma expressão nova: - Xau tau e Pimba! Vejam o vídeo.Demais!





Telemóvel para 2 cartões:Também quero um!

20 01 2008

Uma empresa de Pontevedra, na Galiza, criou e pôs no mercado um telemóvel inovador que permite a utilização simultânea de dois cartões, mesmo que sejam de operadoras diferentes, disse hoje à Lusa o director comercial da companhia galega.

Manuel Méndez, da Tynman Technology, acrescentou que este telemóvel, que está no mercado desde 19 de Dezembro, sendo comercializado por 349 euros, demorou ano e meio a conceber.

«O telemóvel, modelo TMP-1012S, foi criado especialmente a pensar naquelas pessoas que têm dois aparelhos, um pessoal e outro da empresa. A partir de agora, podem meter os dois cartões no mesmo telemóvel, com tudo o que isso tem de prático e de cómodo», disse.

O empresário salientou que o telemóvel permite a utilização simultânea de dois cartões, sejam de redes diferentes do mesmo país ou até de países diferentes.

«E há sempre a hipótese de trocar os dois cartões por outros. Permite qualquer tipo de combinações», acrescentou.

Manuel Méndez referiu ainda que o novo telemóvel tem ainda outras prestações «não muito comuns» neste tipo de aparelhos, nomeadamente o reconhecimento da escrita, o ecrã táctil e uma «alta qualidade» de áudio e vídeo.

Nesta fase inicial, o inovador telemóvel está apenas a ser comercializado em todos os estabelecimentos «Carrefour» de Espanha e também no El Corte Inglés, com uma aceitação «muito boa», segundo o empresário.

Fonte: Dinheiro Digital





Mark Malkoff vive durante uma semana numa loja IKEA

20 01 2008

Dá para acreditar?Claro está, só mesmo nos EUA isto seria possível. Quem diria…

O humorista e realizador Mark Malkoff mudou-se segunda-feira passada  para uma loja do Ikea, depois de ter sido obrigado a abandonar o seu apartamento por este estar a ser atacado por causa de baratas.

Mark poderia ter-se mudado para a casa de amigos, que considerou muito pequenas, ou para um hotel, opção que lhe sairia cara. Assim sendo, optou por levar as duas malas, que encheu, para um quarto na loja do Ikea de New Jersey.

O comediante está a viver na loja com autorização da marca. Malkoff estava autorizado a ficar no quarto até à meia-noite ontem, já que a loja encerra ao domingo.

Apesar da hospitalidade da marca sueca, o comediante enfrentrou alguns problemas. Os lavatórios não funcionaram, assim como as sanitas, as máquinas de lavar roupa ou os televisores…

Curioso de tudo isto, é que Mark fez uma espécie de diário, fazendo vídeos de todos os dias desta sua experiência. Originalidade e coragem ele teve, mas seriam vocês capazes de tal experiência?

Video nº1