Passaram 40 anos desde que as tropas bolivianas, apoiadas pela CIA, cercaram o guerrilheiro argentino, na selva boliviana, o capturaram e mataram. Morreu o homem, mas ficou o mito que hoje é celebrado um pouco por toda a América Latina, onde algumas das suas ideias ainda vivem.

O homem, que com Fidel Castro derrubou o ditador Fulgêncio Baptista e implementou o regime cubano, foi capturado a 8 de Outubro de 1967, em Churo, e morto um dia depois, em La Higuera. Tinha 39 anos.
Apesar da sua morte ser assinalada por toda a América Latina, em Cuba o dia tem honras de Estado. As comemorações começaram a semana passada e prolongam-se até à data do aniversário de Che, a 14 de Julho de 2008 com concertos, eventos desportivos, palestras e exposições.
A principal cerimónia aconteceu ontem – o dia da sua captura -, na cidade de Santa Clara, onde está o mausoléu com os restos mortais do guerrilheiro.
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A cidade, que é considerada um dos marcos da Revolução Cubana, foi o palco de uma homenagem pública que contou com a família de Che, o Presidente Interino de Cuba, Raul Castro, mas sem o seu companheiro de luta Fidel.
O delicado estado de saúde do ditador cubano impediu-o de participar nas comemorações oficiais. Porém o líder comunista escreveu um texto no Gramma – o jornal oficial do regime -, onde elogia o antigo companheiro.”Inclino-me, com respeito e gratidão, perante o combatente excepcional que caiu a 8 de Outubro faz hoje 40 anos”.
Fonte:Diário de Notícias


















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