Espero que gostem deste pequeno vídeo com os melhores momentos da final em Viena de 1987, onde o meu PORTO derrotou a fortíssima equipa do Bayern de Munique….Memorável…Apreciem…Um orgulho para os portistas e para todos os Portugueses….
Espero que gostem deste pequeno vídeo com os melhores momentos da final em Viena de 1987, onde o meu PORTO derrotou a fortíssima equipa do Bayern de Munique….Memorável…Apreciem…Um orgulho para os portistas e para todos os Portugueses….
Vou deixar aqui esta notícia, que foi completamente copiada de uma das notícias da revista BLITZ da sua página on-line.
| Cantora norte-americana triunfa em Lisboa, ao cabo de duas horas de concerto. | ||||
Que era uma grande produção, já o sabíamos. Que Beyoncé Knowles é, neste momento, uma das divas maiores da pop actual, também. Talvez não soubéssemos apenas que a sobreposição destas duas evidências resultasse tão bem. A estreia de Beyoncé em Portugal não foi só um dos espectáculos logisticamente mais sofisticados que passaram pelos palcos nacionais; foi também um muito apreciável desfile de canções para vários apetites (com predominância do R&B, naturalmente), mas com uma propriedade comum a todos: a capacidade de residirem no ouvido por um tempo considerável.
Pouco depois das 21h30, Beyoncé sobe (literalmente) ao palco: de um local subterrâneo, a cantora emerge até ao centro de operações, gerando a primeira grande ovação da noite. Quem esperava exercícios de aquecimento, enganou-se: o arranque dá-se com «Crazy In Love», provavelmente o tema mais marcante da sua carreira a solo. Com um curto vestido prateado (o primeiro de vários que a cantora vestiria nesta noite), Beyoncé mostra argumentos: a sua banda, integralmente feminina, conta com três bateristas (sim, três) e duas teclistas – para além de uma proeminente secção de metais, uma baixista irrequieta, uma guitarrista esfuziante e um coro de três elementos. E, claro, um corpo de bailarinos (aqui já entram meninos) omnipresente.
Depois de uma sucessão de solos instrumentais, Beyoncé regressa como odalisca, para uma «Baby Boy» acompanhada de alguns «boys» protectores. Um interlúdio reggae depois, chega a fase oriental do concerto: «Beautiful Liar», o tema que interpreta a meias com Shakira, abre caminho a uma muito apreciável dança do ventre – valeram as lições da colombiana. Inevitavelmente, «Naughty Girl», sob fundo vermelho de pecado, faz rodar uma bola de espelhos num verdadeiro ninho de maldade. Primeiro vemos silhuetas, depois vemos os corpos marotos. A balada «Me, Myself and I» serve de contraponto. Igualmente de puxar ao coração, «Flaws and All» convoca um anjo cujas asas acabam por cobrir Miss Knowles. Segue-se um «medley» de êxitos das Destiny’s Child (a banda onde «nasceu» Beyoncé) que o público entoa a viva voz. «Bootylicious» abriu o segmento; «Say My Name» prosseguiu a festa; «Jumpin’ Jumpin’» adicionou-lhe movimento e, claro, «Survivor» fez a casa vir abaixo. Num cenário agora mais íntimo, Beyoncé contorce-se num sofá em forma de lábios carnudos – «Speechless» é a canção. «Ring The Alarm» fez jus ao título, ao som de sirenes da polícia. As bailarinas demonstram perícia física em barras de ginástica; Beyoncé não chega tão longe. Mais um capítulo de peso da «Beyoncé Experience» (assim se chama a digressão), a secção Dreamgirls traz consigo a sóbria «Listen». A caminhar para o fim, o momento mais descontraído da noite: «Irreplaceable», provavelmente a música mais cantarolável de B’Day , entoado quase na totalidade pela audiência, e com um «Parabéns a Você» a rematar, dedicado a uma fã que exibia uma tarja a anunciar o seu 16º aniversário. Beyoncé voltaria ao palco para um «encore», agora com um vestido cor de laranja ainda mais justo. «Déja Vu» é interpretado numa passadeira rolante, depois ao longo da escadaria onde os elementos da banda se dispuseram, por fim numa plataforma que a faria ascender a um lugar longe da vista. Estava ganho o concerto. Saiu por cima. |
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