Plugins do wordpress

31 05 2007

Encontrei um site(blog) de alguém que usa o wordpress e utiliza vários plugins. Acho que para quem pensa criar um blog ou para quem já o criou e utiliza o wordpress é uma lista bastante interessante e que pode ser muito útil…

PLUGINS

  • Askimet:
    Para controlar o spam pois tá claro.
  • Audio Player:
    Usei-o apenas para um post, para colocar uma musica de natal aqui no blog mas prometo dar-lhe mais uso no futuro.
  • Bad Behaviour:
    Mais um para combater o spam, desta é um que bloqueia o acesso ao site a spam bots, vamos ver se funciona bem ou mal (só o adicionei há dias).
  • Brian’s Latest Comments:
    A listagem da “Actividade Recente…” na sidebar do meu blog.
  • Browser Sniff:
    Para expor todos os loucos que ainda usam IE e Windows e os outros igualmente loucos como eu que já usam linux e firefox.
  • Contact Form ][ (WP-2.0.x):
    O responsavel pela pagina “Contacte-me” no topo do blog.
  • Extended Live Archives:
    Os meus arquivos todos XPTO.
  • Feedburner Feed Replacement:
    O plugin que me decidiu finalmente em adoptar o feedburner para as feeds, redireciona as minhas velhas feeds para as novas do feedburner de forma transparente.
  • Google Sitemaps:
    Mapeia os links do site e submete-os para o google, uma simples tecnica de SEO.
  • Gravatar:
    Os belos Gravatars nos comentários.
  • Popularity Contest:
    Analisa as visitas, comentarios, leituras de feed, entre outros dados do blog e mostra uma percentagem de popularidade dos posts.
  • Related Posts:
    Mostra uma pequena lista de entradas relacionadas em cada post. Coloquei-o em resposta aos dados do Google Analytics que me estava a mostrar uma media de paginas visitadas por visitante de aproximadamente 1 logo precisei de tomar medidas para manter os visitantes no blog, esta é uma delas.
  • Search Everything:
    Permite que a pesquisa do blog verifique também paginas estáticas e comentários o que pode ser útil para os meus visitantes.
  • Smiley Javascript Buttons:
    O nome diz tudo, são aqueles botões com os emoticons por baixo da caixa dos comentarios.
  • Spam Karma 2:
    Ao contrario do Askimet este método de prevenção de Spam nunca me falhou por um servidor estar em baixo ou inacessível por isso segui a velha máxima que diz “se funciona não arranjes”.
  • Spotmilk:
    Não gosto muito do aspecto da pagina de administração do WordPress e apesar desta ter algumas falhas sempre é bem mais agradável.
  • Subscribe to Comments:
    Porque muita gente se fartou de falar disto o ano passado e eu meti também no meu blog, sempre é uma forma de manter “habituais” a passarem por cá e a criarem uma discussão… Não que isso se veja muito neste blog no entanto.
  • Text Control:
    Permite-me desactivar a correcção automatica do (X)HTML do WordPress e consequentemente permite-me ser eu a formatar o post. Foi a unica forma que encontrei de fazer a entrada “Em Código C”.
  • WP-Shortstats:
    Instalei à dias para tentar obter mais umas estatísticas aqui do cantinho, ainda não dá para ver muito mas é um plugin interessante.
  • Google Analytics:
    Tal como já tinha dado a entender uso esta excelente ferramenta do google para obter dados estatisticos do meu blog.
  • Lightbox JS:
    Aquele efeito das imagens a apareçerem com o fundo escurecido e que eu adicionei á pata no layout. Agora já existem versões mais recentes do Lightbox bem como um plugin para wordpress que o incorpora no layout automaticamente mas ainda não me dei ao trabalho de testar a ver se consigo mudar. “Se funciona não arranjes”.
  • Google Adsense:
    Acho que toda a gente nota que eu tenho um bocadito de publicidade no blog para tentar pagar o alojamento (a não ser que façam como eu e usem o Firefox + Adblock).
  • Niceforms:
    Aquilo que faz as minhas forms do site serem todas catitas mas que causa alguns problemas quando as imagens estão desligadas no browser. Ando há imenso tempo para o remover mas não tenho muita experiência em alterar o aspecto das forms no CSS para compensar.

Fonte de Informação: http://www.blog.nonsensebb.com/





Adeus génio….

31 05 2007

É com enorme tristeza que vejo partir um dos futuros melhores jogadores do mundo…( se já não o é…) 

 Ps- E com uma grande revolta por aquele bando de incompetentes da SAD do futebol clube do PORTO…Uma VERGONHA…





Consegues descobrir as quatro???

31 05 2007

Vejam se conseguem descobrir 4 figuras humanas….

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Porque hoje é dia de greve…

30 05 2007





Anúncio do ano no Brasil

28 05 2007

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Counter – Strike 1.6

28 05 2007

Não sou um grande viciado em jogos…Apenas tenho instalado no meu pc o PES6, de resto não tenho grande vontade e tempo para jogar outro tipo de jogo. Mas sei que muitos são viciados no Counter-Strike, recordo-me quando apareceu a primeira versão. Sinceramente não sei até que ponto é que ainda muitos estarão viciados neste jogo de combate…Se estão…aqui vai…

Counter Strike é uma modificação (MOD) do Half-Life que conseguiu atingir um nível de sucesso maior do que o próprio Half-Life. CS foi lançado um ano após o Half-Life por uma equipe a parte que o batizou com o nome de Counter-Strike (em 1999). Em pouco tempo o game conquistou uma legião de jogadores e criou um fenômeno mundial. Aqui no Brasil não foi diferente, o game foi capaz de engendrar a chamada “febre das lan houses”, que perdurou até pouco tempo.

Hoje, sete anos depois, há uma variedade imensa de jogos mais modernos, porém CS ainda é o preferido entre os gamers! Qual a fórmula mágica que está garantindo o apogeu deste jogo por anos? Confira a seguir!

 

Jogabilidade

A jogabilidade é o fator principal do sucesso do Counter-Strike, pois seu estilo é muito próximo da realidade, transformando a tensão da partida em pura adrenalina, convergindo tudo isso para um estado psicológico comparado ao dos esportes radicais.

Por exemplo, imagine-se sozinho contra dez inimigos armados até os dentes, você sentirá o sangue esquentando, os dentes rangendo e não piscará em um só momento, esperando apenas um estopim para ficar irado e sair metendo bala em todo mundo.

O fator realidade é essencial, mas outra vantagem que pesa, e muito, é a física. Half-Life sempre inovou o mundo dos jogos – tanto no HL 1 e HL 2 – ao criar físicas capazes de abrir portas no universo do entretenimento.

Muitos games tentam conseguir alcançar o sucesso do Counter-Strike, mas poucos chegam perto.

Principais características do Counter-Strike:

Gráficos e sons bem trabalhados.
Armas e equipamentos que correspondem às reais.
Oportunidades de criar estratégias para realizar boas jogadas.
Trabalho em equipe.
Realização de objetivos para cada estilo de jogo.
Uma variedade de mapas que imitam diversos lugares do mundo atual e outros fictícios.
Movimentos e reações que equivalem à realidade.
Muito sangue, explosões e morte para todos os lados.
Estilo de jogo dinâmico e fácil de jogar, permitindo respostas consistentes e precisas nos movimentos e ações executadas.

 

Modos de Jogo

Counter-Strike possui quatro modos de jogos: proteger o VIP (pessoa muito importante), salvar reféns, desarmar a bomba e chacina geral. Todos os modos funcionam por rodadas.

Desarmando a bomba: O estilo mais clássico do jogo, é utilizado por campeonatos e jogadores profissionais ou amadores por ser o mais desafiador e divertido. A missão dos terroristas é conquistar localizações específicas para plantar a bomba e protegê-la até que a mesma exploda ou matar todos os membros da equipe contra-terrorista – tudo isso num intervalo de tempo escasso.

Já o objetivo dos contra-terroristas é defender esses locais a todo custo, matando toda a equipe terrorista ou desarmando a bomba, caso a mesma seja plantada. Esse estilo de jogo é muito equilibrado e, portanto, o mais jogado.

Mapas com o prefixo de_ representam esse modo de jogo.

Salvando reféns: Neste modo o objetivo dos CTs é invadir a área dominada pelos terroristas e chegar aos reféns. Uma vez com eles, os contra-terroristas devem levá-los a salvo para sua base. Pelo lado terrorista, o objetivo é vigiar os reféns e matar todos os CTs que tentarem resgatá-los.

Mapas com o prefixo cs_ representam esse modo de jogo.

Protegendo o VIP: VIP, do inglês, Very Important Person, significa pessoa muito importante. Neste modo a equipe contra-terrorista deverá ajudar o VIP (controlado por um jogador) a chegar em um ponto de resgate. Do outro lado, os terroristas devem armar comboios para matar o VIP.

Mapas com o prefixo as_ representam esse modo de jogo.

Chacina Total: Existem servidores onde as regras não correspondem aos modos comuns de jogo, pois existe apenas um único objetivo: matar todos da outra equipe. Neste modo você tem que eliminar os oponentes do time adversário antes que eles eliminem os membros do seu.

PARA FAZER O DOWNLOAD DO JOGO, CLICA AQUI.





10 dicas para trabalhar bem em grupo

28 05 2007

 Cada vez mais o trabalho de grupo é valorizado. Porque aviva a criatividade e quase sempre produz melhores resultados do que o trabalho individual, já que “1+1=3″. Por tudo isto aqui ficam dez dicas orientadoras para trabalhar bem em grupo.

Seja paciente - nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal “cada cabeça sua sentença”. Por isso é importante que seja paciente. Procure expor os seus pontos de vista com moderação e procure ouvir o que os outros têm a dizer. Respeite sempre os outros, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

Aceite as ideias dos outros - por vezes é difícil aceitar ideias novas ou admitir que não temos razão; mas é importante saber reconhecer que a ideia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho, é o objectivo comum que o grupo pretende alcançar.

Não critique os colegas - por vezes podem surgir conflitos entre os colegas de grupo; é muito importante não deixar que isso interfira no trabalho. Avalie as ideias do colega, independentemente daquilo que achar dele. Critique as ideias, nunca a pessoa.

Saiba dividir - ao trabalhar em grupo, é importante dividir tarefas. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Partilhar responsabilidades e informação é fundamental.

Trabalhe - não é por trabalhar em grupo que deve descurar as suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente.

Seja participativo e solidário - procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda.

Dialogue - ao sentir-se desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos.

Planeie - quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planeamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho de grupo seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

Evite cair no “pensamento de grupo” - quando todas as barreiras já foram ultrapassadas, e um grupo é muito coeso e homogéneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo oiça opiniões externas e que aceite a ideia de que pode errar.

Aproveite - afinal o trabalho de grupo, acaba por ser uma oportunidade de conviver mais de perto com os seus colegas, e também de aprender com eles.

Fonte: Superemprego





O GRANDE BOTÃO VERMELHO!!!

27 05 2007

Para quem não tem mesmo nada para fazer…Carrega no botão…Carrega…Carrega…

http://www.botao.pt.vu/





Texto da faculdade de letras com prémio:Fenomenal!!!

27 05 2007

Esta redacção foi feita por uma aluna de Letras, que obteve a vitória num concurso interno promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa.

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus!
Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas:
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

Fernanda B. da C.





Rapariga genial…

27 05 2007

Cada um de nós nasce com uma certa inteligência e capacidade que com a evolução do dia a dia vamos exercitando e desenvolvendo, mas existem alguns prodígios que desde muito novos se destacam pela sua genialidade. Esta pequena menina de 6 anos é um desses exemplos…Vejam por vocês próprios…